A Rodovia Transamazônica (BR-230) voltou a apresentar trechos críticos de atoleiros entre os municípios de Medicilândia e Uruará, no sudoeste do Pará. A situação, recorrente principalmente no período chuvoso, mais uma vez dificulta o tráfego de veículos e compromete a rotina de quem depende da via.
A falta de pavimentação neste trecho da rodovia federal atrasa viagens de moradores que precisam se deslocar para cidades vizinhas em busca de atendimento médico, além de prejudicar o transporte de mercadorias e a escoação da produção agrícola — atividade fundamental para a economia regional.
Apesar de a BR-230 possuir licenciamento para obras de asfaltamento, moradores afirmam que os responsáveis pela execução pouco avançaram ao longo dos anos. O problema, segundo a população local, se arrasta há cerca de 50 anos, desde a criação da rodovia, marcada por longos períodos de abandono e condições precárias.
Enquanto a pavimentação não é concluída, motoristas seguem enfrentando lama, buracos e horas de atraso, reforçando a necessidade urgente de investimentos para garantir segurança, mobilidade e desenvolvimento à região.