O valor mínimo dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), passou a ser de R$ 1.621, a partir de 1º de janeiro, com reajuste mais de 6%. O novo valor muda para aposentadorias, pensões e auxílios que recebem até um salário-mínimo.
De acordo com dados oficiais, o impacto total desse reajuste ao longo de 2026 será de aproximadamente R$ 30,7 bilhões. Cada real de aumento no piso previdenciário gera um impacto de cerca de R$ 298 milhões nos cofres da Previdência, considerando apenas os benefícios do Regime Geral, sem incluir auxílios assistenciais como o BPC.
Aproximadamente 21,9 milhões de benefícios têm valor de até um salário-mínimo. Isso representa 62,5% dos 35,15 milhões de benefícios pagos pelo Regime Geral de Previdência Social em todo o Brasil. Já os benefícios acima do mínimo não são afetados por esse reajuste e seguem outra regra de correção. O INPC é o índice que mede a inflação sentida pelas famílias de menor renda e serve como base para reajustar benefícios acima do salário-mínimo.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC de dezembro, será divulgado pelo IBGE no dia 9 de janeiro. Já os segurados que começaram a receber aposentadoria, pensão ou auxílio ao longo de 2025 terão reajuste proporcional, calculado de acordo com os meses em que o benefício esteve ativo no ano.
Os pagamentos com o novo valor começam no dia 26 de janeiro e seguem até 6 de fevereiro, conforme o número final do cartão do benefício, sem considerar o dígito verificador.
Para consultar valores e datas, os segurados podem ligar gratuitamente para a Central 135, informando o CPF e confirmando dados cadastrais. Quem tem acesso à internet pode consultar pelo site meu.inss.gov.br ou pelo aplicativo Meu INSS, disponível para celulares Android e iOS, acessando a opção Extrato de Pagamento após o login.