A Polícia Federal, em atuação conjunta com o Ministério Público do Trabalho, deflagrou as fases 1, 2, 3 e 4 da Operação Libertas, com foco no combate ao trabalho em condição análoga à escravidão nos municípios de Medicilândia e Brasil Novo, no sudoeste do Pará.
As ações tiveram como base denúncias e levantamentos prévios que apontavam graves violações de direitos trabalhistas, como jornadas exaustivas, condições degradantes de trabalho e restrição de liberdade, práticas que configuram crime conforme o artigo 149 do Código Penal Brasileiro.
Durante as diligências, foi necessário o uso de transporte aéreo, em razão da dificuldade de acesso às áreas fiscalizadas, muitas delas localizadas em regiões isoladas.
A atuação integrada entre a Polícia Federal e o Ministério Público do Trabalho foi fundamental para o êxito da operação, permitindo não apenas a identificação e repressão das irregularidades, mas também a responsabilização dos envolvidos e a adoção de medidas para garantir a proteção e os direitos dos trabalhadores resgatados.