BRASIL TRAGÉDIA
Secretário de Governo de Itumbiara mata os filhos a tiros e se mata em seguida
As duas crianças chegaram a ser socorridas com vida
12/02/2026 14h22 Atualizada há 2 meses
Por: Redação

Uma tragédia familiar registrada na madrugada desta quinta-feira (12) chocou moradores de Itumbiara, no sul de Goiás. O secretário de Governo do município, Thales Machado, de 40 anos, matou os dois filhos, de 12 e 8 anos, com disparos de arma de fogo e, em seguida, tirou a própria vida dentro da residência da família.

As duas crianças chegaram a ser socorridas com vida. O filho mais velho, de 12 anos, foi levado ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho, mas não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois de dar entrada na unidade. O filho mais novo, de 8 anos, foi submetido a cirurgia e permaneceu internado em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual de Itumbiara, onde teve a morte confirmada na manhã desta quinta-feira, conforme informado por familiares.

Equipes da Polícia Militar foram acionadas e isolaram o local até a chegada da Polícia Civil e da perícia técnica. O caso é investigado para esclarecer as circunstâncias e a motivação do crime.

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Antes do ocorrido, Thales Machado publicou uma mensagem de despedida nas redes sociais. No texto, ele afirmou que os filhos haviam se tornado “anjos”, pediu desculpas pelo ato e mencionou uma possível traição por parte da esposa, filha do prefeito de Itumbiara, Dione Araújo, sugerindo que a crise conjugal teria influenciado sua decisão. A publicação foi apagada posteriormente.

Horas antes do crime, o secretário ainda havia compartilhado imagens ao lado dos filhos, acompanhadas de mensagens de afeto.

Thales Machado ocupava o cargo de secretário de Governo na administração municipal e era genro do prefeito. Até a última atualização desta reportagem, a Prefeitura de Itumbiara e o prefeito Dione Araújo não haviam se manifestado oficialmente sobre o caso.

A Polícia Civil instaurou procedimento investigativo e segue apurando os fatos. (Portal Debate)