
A família de Pablo Henrique de Sousa Franco divulgou nota pública após a prisão dele, realizada na quarta-feira (8), em Marabá, durante a terceira fase da Operação Pentágono, deflagrada pelas Polícias Civis do Pará e de Mato Grosso.
No posicionamento, os familiares sustentam que Pablo não teria participação direta no esquema criminoso investigado, afirmando que ele foi levado por terceiros a ceder a própria conta bancária para uma transferência, sem ter conhecimento sobre a suposta origem ilícita dos valores. Segundo a versão apresentada, ele também não teria recebido qualquer vantagem financeira pela movimentação.

A nota informa ainda que os responsáveis diretos pela ação criminosa continuam sendo alvo das investigações e menciona que um dos envolvidos segue foragido. A família afirma confiar no trabalho das autoridades e na apuração dos fatos para o esclarecimento do caso, destacando a expectativa de comprovação da inocência de Pablo.
Pablo Henrique permanece preso preventivamente no âmbito das investigações sobre o assalto à transportadora de valores em Confresa (MT), ocorrido em abril de 2023, caso que ficou marcado pelo uso de moradores como escudo humano durante a fuga dos criminosos. Contra ele há mandado por roubo majorado, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa.
Na parte final do comunicado, os familiares pediram cautela nas relações pessoais, agradeceram as manifestações de apoio recebidas e solicitaram respeito enquanto o caso segue sob investigação. (Portal Debate)
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