Uma denúncia divulgada nessa terça-feira (29) pela Record Altamira, do Grupo Mirante, colocou novamente sob os holofotes a comercialização de cacau na região da Transamazônica, no Pará. Em publicação nas redes sociais intitulada “Máfia do Cacau”, produtores denunciam a existência de uma suposta fraude de grandes proporções envolvendo o comércio regional de amêndoas.
A repercussão do caso também chegou às entidades representativas dos produtores. A vice-presidente, Eunice Gutzeit, da Associação Nacional dos Produtores de Cacau (ANPC) pediu providências às autoridades e defendeu urgência na apuração dos fatos denunciados, destacando a necessidade de esclarecimento rápido das suspeitas e de maior transparência nas operações comerciais e fiscais envolvendo o cacau da região.
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A reportagem da TV Record Altamira apresenta o caso como uma possível “fraude bilionária”, levantando questionamentos sobre a movimentação fiscal e comercial do cacau produzido em uma das principais regiões produtoras do país. Até o momento, porém, as informações divulgadas devem ser tratadas como denúncias que ainda dependem de investigação e comprovação pelos órgãos competentes, não sendo adequado atribuir responsabilidade criminal a empresas ou pessoas sem conclusão oficial.
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A manifestação da vice-presidente, cobrando providências e urgência na apuração, amplia a pressão para que os órgãos responsáveis esclareçam rapidamente a dimensão das possíveis irregularidades. Para o setor produtivo, uma investigação conclusiva é importante não apenas do ponto de vista tributário, mas também para preservar a confiança, a rastreabilidade e a competitividade do cacau paraense.
Com informações do Mercado Cacau e Record Altamira.