
Brasília (DF) – O Ministro das Comunicações, Fabio Farias, denunciou que as propagandas da campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) não estariam sendo veículadas nas rádios, com isso, o Instituto Nacional de Advocacia (Inad) pediu o adiamento do 2º turno das eleições presidenciais.
Os advogados pedem que o procurador-geral da República (PGR) acione o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a ação de adiamento. Em nota, o Inad reitera:
“Como a diferença de tempo disponibilizado ao candidato Lula foi muito superior ao tempo disponibilizado ao presidente Jair Bolsonaro,e considerando que restam apenas três dias para o 2º turno das eleições, inexistindo tempo hábil para a minimização dos prejuízos para a chapa do presidente Bolsonaro, acreditamos que não há outra solução a ser tomada que não seja a do adiamento das eleições presidenciais para a investigação do fato”.
Dentre as motivações para o adiamento, os advogados alegam a discrepância das 154 mil inserções a mais de Lula sobre Bolsonaro.
“Entendemos que não adianta ter pressa ou desespero para a conclusão do processo eleitoral se ainda existir dúvidas sobre a idoneidade do pleito gerido pelo TSE, uma vez que está claro que existe uma possibilidade real da existência de favorecimento midiático ao candidato Lula com milhares de inserções de propaganda eleitoral a mais do que o seu adversário político, gerando a quebra de isonomia nas eleições presidenciais”, completa a nota.
Em contraponto, o ministro Ricardo Lewandowski, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmou que fiscalizar tais inserções não são competência do TSE.
O senador Lasier Martins (Podemos-RS), se juntou aos advogados para pedir o adiamento do pleito.
“A grave denúncia de desigualdade na propaganda de rádio feita por um servidor do TSE, a 72h do pleito, é um prejuízo irreparável. Falhou a fiscalização. Para restabelecer a equidade nas eleições, é preciso tempo e investigação profunda. Adiar a eleição é a única solução!”, disse.
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