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Mulher morre após usar medicamento falso vendido como Mounjaro no Pará

Segundo informações, Creunice foi enganada por um vendedor, que afirmou ter recebido um lote do suposto “Mounjaro” em cápsulas

Redação
Por: Redação Fonte: Ver-o-Fato
13/11/2025 às 17h37 Atualizada em 13/11/2025 às 17h43
Mulher morre após usar medicamento falso vendido como Mounjaro no Pará

Creunice do Carmo Gomes, de 47 anos, morreu após ser internada no Hospital Municipal de Parauapebas, depois de tomar um medicamento falso vendido como Mounjaro. A mulher, que era diabética há cerca de cinco anos e tentava perder peso, acreditava estar usando o produto original indicado para controle da glicemia e auxílio no emagrecimento. O Gazeta Carajás também publicou a matéria.

Segundo informações, Creunice foi enganada por um vendedor, que afirmou ter recebido um lote do suposto “Mounjaro” em cápsulas — uma versão que não existe oficialmente. O verdadeiro medicamento é produzido pela farmacêutica Eli Lilly e comercializado apenas como solução injetável em canetas aplicadoras de dose única.

O produto ingerido por Creunice era, na verdade, uma falsificação produzida de forma clandestina e sem qualquer tipo de controle sanitário. Acreditando se tratar do medicamento original, ela iniciou o uso do remédio. No sábado, 8 de novembro, passou mal e foi levada ao Hospital Municipal de Parauapebas, onde permaneceu internada durante a noite e recebeu medicação para tentar controlar os níveis de glicose no sangue.

De acordo com relatos de familiares, desde o sábado a mulher permanecia deitada e sem responder, embora seus sinais vitais continuassem normais. Durante a madrugada de domingo, ela foi levada para a sala vermelha do hospital, onde sofreu uma parada cardíaca e não resistiu.

O laudo médico ainda não é conclusivo, mas há suspeitas de que o medicamento falsificado tenha contribuído diretamente para a morte. Denúncias apontam que o falso Mounjaro está sendo comercializado em grupos de WhatsApp e possivelmente também em farmácias e estabelecimentos informais de Parauapebas.

A Vigilância Sanitária e a Polícia Civil devem investigar o caso e intensificar as fiscalizações para identificar os responsáveis pela distribuição e venda do produto adulterado. As informações são do Portal Pebão.

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