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Doença da urina preta: cidade do Pará proíbe por tempo indeterminado venda de pescado

Doença da urina preta: cidade do Pará proíbe por tempo indeterminado venda de pescado

Por: Brasil Novo em Foco
08/09/2021 às 16h34 Atualizada em 08/09/2021 às 19h34
Doença da urina preta: cidade do Pará proíbe por tempo indeterminado venda de pescado

Medida abrange três espécies peixes capturados em rios e lagos do Amazonas

[caption id="" align="alignleft" width="334"]Tambaqui foi um dos peixes proibidos (Jefferson Cristofoletti / Embrapa) Tambaqui foi um dos peixes proibidos (Jefferson Cristofoletti / Embrapa)[/caption]

Depois da morte de um homem em Santarém, a Prefeitura Municipal de Juruti, no Pará, decidiu proibir, por tempo indeterminado, o consumo e comercialização das espécies de peixe pirapitinga, pacu e tambaqui, capturadas em rios e lagos do Amazonas, inclusive as criadas em cativeiro. 

A decisão é para prevenir o contágio da Doença de Haff, conhecida como “Doença da Urina Preta”.

O Mototaxista Genivaldo Cardoso de Azevedo, de 55 anos, morreu na manhã de terça-feira (7) com suspeita da Síndrome. Ela é causada por uma toxina que pode ser encontrada em determinados peixes como o tambaqui, o badejo e a arabaiana ou crustáceos (lagosta, lagostim, camarão). Quando o peixe não foi guardado e acondicionado de maneira adequada, ele cria uma toxina sem cheiro e sem sabor.

Os peixes de outras espécies e aqueles oriundos da pscicultura de Juruti, continuam liberados. 

Genivaldo estava internado no Hospital Municipal de Santarém, no oeste do Pará. Segundo amigos de Genivaldo, ele teria comido peixe no fim de semana e horas depois começou a sentir os primeiros sintomas. No laudo médico foi atestada a morte como "infecção generalizada".

O quadro clínico do paciente foi considerado delicado. Ele foi levado para o setor de estabilização, mas não resistiu e morreu. 

O Hospital informou que o paciente apresentou os primeiros sintomas e deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA-24h) no dia 5 de setembro. Genivaldo se queixava de dores musculares nas pernas semelhantes a cãimbras. Ele recebeu atendimento, melhorou o quadro e foi liberado. Mas, o paciente piorou e deu entrada na nova unidade hospitalar durante a madrugada de segunda-feira (6). 

Surto da doença

Recentemente casos apareceram em Manaus. Segundo reportagem da BBC, desde 22 de agosto, dezenas de moradores do local apresentam um quadro chamado rabdomiólise, marcado pela destruição das fibras que compõem os músculos do corpo.

Por: confirmanoticia

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