
Médicos, fisioterapeutas e técnicos de Raio-X, que trabalham no Hospital Regional da Transamazônica – HRPT, em Altamira, reclamam que até hoje não receberam os salários referentes aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2022, ou seja, os últimos três meses em que o Hospital ainda era gerenciado pela Organização Social Pró-Saúde. A empresa manteve contrato com o Governo do Estado, por mais de 15 anos que foi encerrado no final do ano passado.
Segundo alguns profissionais que atuam no HRPT, que pediram para não serem identificados, um acordo entre a Pró-Saúde e Governo do Estado junto à categoria chegou a ser firmado, ainda no ano passado, segundo o qual, seria feito o pagamento de metade dos valores pendentes em janeiro deste ano. Mas eles denunciam que o prazo encerrou e nada foi cumprido até o momento.
De acordo com os profissionais, a demora tem causado problemas graves como dificuldade para manter a alimentação e as despesas básicas das famílias que dependiam desse dinheiro. Alguns já pensam em ingressar na justiça para tentar receber os salários.
Apesar do Hospital Regional Público da Transamazônica estar sob a gestão de uma nova Organização de Saúde, alguns funcionários que foram mantidos na unidade também já cogitam a possibilidade de fazer uma paralisação dos atendimentos em protesto. Uma forma de chamar atenção do Governo do Pará, uma vez, que a empresa Pró-Saúde tem dado como resposta aos prestadores de serviço que o Estado não repassou o dinheiro referente ao período final do contrato para que a empresa possa cumprir com suas obrigações perante a categoria.
A produção do portal A Voz do Xingu encaminhou e-mail pedindo esclarecimento sobre essa situação tanto para Pró-Saúde, em São Paulo, quanto para SESPA, em Belém. Até o momento apenas a Pró-Saúde respondeu a solicitação com a seguinte nota:
“Com a quitação do 13º salário dos funcionários, realizada semana passada, os esforços da Pró-Saúde serão direcionados para o recebimento dos recursos pendentes da Secretaria de Estado da Saúde Pública do Pará (Sespa), que serão destinados ao pagamento de empresas médicas, prestadores de serviços e fornecedores.
Tão logo a entidade receba o custeio mensal pendente, tais recursos serão destinados prioritariamente para o pagamento das pendências com nossos parceiros comerciais”.
Por Wilson Soares – A Voz do Xingu
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