
O cacique identificado por Marcio Jardel Feitosa Nunes foi preso em flagrante, na manhã da última quinta-feira (02), depois que a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher recebeu uma denúncia anônima de que a companheira dele era mantida em cárcere privado. O indígena da etnia Juruna estaria usando armas de fogo para intimidar a vítima.
Segundo a Polícia Civil, diligências foram feitas na tentativa de localizar o suspeito. Após investigações, a equipe conseguiu a localização da vítima. Ao fazer contato, ela contou aos policiais que além de sofrer ameaças e agressões durante os oito anos de relacionamento, também sofria abuso sexual.
No depoimento, informou que antes de ser resgatada, o marido descobriu que um processo contra ele havia sido instaurado na Fundação Nacional dos Povos Indígenas e como punição, cometeu o estupro.
Fotos onde a esposa aparecia com o rosto ensanguentado e até mesmo na mira de uma pistola, foram anexadas no inquérito. Durante a operação "Juruna", dentro da aldeia, o cacique teria jogado a mesma arma municiada em uma área de mata. Já dentro da residência, um rifle com munições calibre 22 foram encontrados. Jardel que é conhecido na região por ser representante da aldeia São Francisco segue à disposição da justiça e vai responder por lesão corporal, ameaça, cárcere privado, estupro e posse ilegal de arma de fogo. A esposa, que não é indígena, foi encaminhada com vários hematomas pelo corpo para atendimento especializado à mulher que é vítima de violência doméstica.
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