

Para fazer as análises, a ferramenta usa algoritmo de IA e um modelo de risco desenvolvidos pelo Imazon e recursos avançados de nuvem de computadores do Microsoft. Durante a reunião, os estados que compõem o Consórcio de Governadores da Amazônia Legal apresentaram propostas para melhorar o sistema. "A gente colocou para eles a necessidade de acrescentar filtros, como projetos de infraestrutura, projetos que estão planejados para acontecer, que são grandes indutores de desmatamento e eles precisam considerar isso dentro do sistema de previsão de desmatamento do Previsa. Outra questão é mapeamento de áreas de regeneração secundária, sugerimos para que seja colocado com filtro da base desse sistema de informação, bem como a importância de manter os insumos de dados do Previsa sempre atualizados", afirmou Rodolpho Zahluth Bastos, Secretário Adjunto de Gestão e Regularidade Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas).

"O nome já diz, Previsa, tenta fazer uma previsão dessas áreas. Então, se você souber utilizá-las, consegue identificar quais são as áreas que estão na iminência de serem desmatadas num período de um ano, então podemos fazer um monitoramento nessas áreas. Esse primeiro contato é fundamental com os órgãos de meio ambiente", afirmou Andrea Coelho, assessora da Semas.
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